A decisão israelita de libertar em Abril o prisioneiro palestiniano é "insuficiente"

"A decisão das autoridades israelitas de libertarem um preso palestiniano em meados de Abril é insuficiente", disse a Amnistia Internacional através de relatos, nos quais o palestiniano tinha concordado em acabar a greve de fome de há 66 dias.
A organização exortou Israel a libertar imediatamente Khader Adnan a fim de lhe permitir receber tratamento médico urgente. O padeiro de 33 anos de idade, supostamente filiado no movimento Jihad Islâmico, está em risco imediato de morrer após mais de 10 semanas em greve de fome.
"Um acordo que preveja libertar Khader Adnan a 17 de Abril, a menos que surjam novas evidências significativas, é insuficiente, quando ele precisa de tratamento médico urgente para salvar a vida agora", disse Philip Luther, Director Interino da Amnistia Internacional para o Médio Oriente e Norte de África.
"Mesmo que as notícias de que Khader Adnan concordou em acabar a greve de fome sejam verdadeiras, isto não significa que esteja fora de perigo nem diminui a necessidade de assistência médica altamente especializada".
"Na condição actual, ele não pode constituir uma ‘ameaça à segurança’ e deverá ser libertado imediatamente de custódia. As autoridades israelitas não mostraram nenhuma evidência que justifique mantê-lo detido."
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