CIVIS ENCLAUSURADOS POR CONFLITOS NO SRI LANKA

Mais de 3oo.ooo civis estou agora enclausurados no nordeste da Sri Lanka enquanto os combates entre a Libertação Tigres do Tamil Eelam (L TT E ) e o exercito intensificam. Centenas de pessoas tem sido mortas ou feridas na região de Wanni da ilha.
Reportagens recentes sugerem que ambas as partes estou a violar as leis da guerra ao atingirem civis e evitando que eles fogem para segurança. A Amnistia Internacional tem recebido informações que a LTTE , que pelo menos em uma instancia evitou que civis feridos pudessem mover-se para zonas mais seguras ou com acessos a cuidados médicos, uma acção que pode constituir um crime de guerra.

O Governo da Sri Lanka esta a desencadear operações militares em áreas com uma população civil. Os bombardeamentos aéreos e de artilharia já levou a mortes de civis, ferimentos e destruição de prosperidade e desalojamentos em massa.
“ Atingindo civis e efectuando ataques indiscriminadamente de ambas as partes do conflito, viola as leis internacionais de humanidade,” disse a investigadora Yolanda Foster da Amnistia Internacional.

Forças governamentais do Sri Lanka tem imposto ao Tamil Tigres, retirar-lhes de toda as principais zonas urbanas que eles tinham poder, durante quase uma década para uma pequena parte de terra. Mais de 3oo.ooo civis que fugiram as tropas, também estou enclausurados numa pequena área. Eles já foram deslocados por múltiplas de vezes e estou incrivelmente vulneráveis enquanto a luta move-se mais perto.
Centenas de pessoas já foram mortas ou feridas e ajuda medica que esta disponível, esta ameaçada devido aos excessos trabalhadores sociais e hospitais que foram danificados.

O Governo declarou “zonas seguras” para autorizar os civis a encontrarem abrigo, mas informações recolhidas, indicam que diversos civis nas ditas zonas de segurança, foram mortas ou ficaram feridas devido aos bombardeamentos de artilharia.
Um doutor a trabalhar num hospital, numa “zona segura”diz que calcula que mil granadas caíram a volta do hospital. O hospital que alberga pelo menos mil doentes.

As Nações Unidas na passada quinta-feira, conseguiu evacuar alguns dos feridos críticos ,a qual foi negado cuidados médicos adequados devido ao conflito e luta entre as partes. Um conjunto de 24 veículos, organizado pela Cruz Vermelha e as Nações Unidas para transportarem ate 300 pessoas, incluindo 50 crianças, foram travadas de saírem da área pela a LTTE.

A população civil que vive no norte da Sri Lanka tem carências de protecção. Falta a estas pessoas ajudas humanitárias e uma insegurança terrível. Falta comida, abrigo e cuidados médicos. Nenhuma comida tem sido fornecida na zona desde o dia 16 Janeiro.

Uma mulher a viver na zona disse a um jornalista, que não há espaço para todos.
“Pessoas estou a morrerem, estamos em condições terríveis, não existem casas de banho suficientes, temos falta de agua e escassez de agua”.
Um oficial de saúde do governo no norte do pais que corpos mortos tem sido encontrados em estradas e também em casas.
“ Quando eu regressei do hospital de Moongilaaru eu vi dois, três corpos perto de um tractor. Algumas pessoas estavam a tentarem eliminar os corpos. Eu ouvi estoiras em que alguns familiares enterraram alguns corpos em lugares mais adequados, porque não há tempo para fazer cerimonias fúnebres para estas pessoas”.

O LTTE também pratica trabalhos forçados, incluindo a enviar civis para trabalharem nas fronteiras. A Amnistia Internacional apela a LTTE para terminar os recrutamentos forçados de civis, incluindo crianças.

“O Tamil Tigres tem que deixar os civis feridos irem”, diz Yolanda Foster,”evitando que civis tenham acessos a cuidados médicos construí um crime de guerra”.
“Pela sua parte, o governo do Sri Lanka tem que permitir que haja monitorização independentes sobre as pessoas deslocardes em Wanni.Tem também que re mover restrições em liberdades de movimento para as pessoas que estou a fugir de Wanni. A protecção e o respeito por os direitos humanos e leis internacionais de humanidade tem que serem respeitadas”.

Em áreas controladas pelo governo no geral, as situações de direitos humanos tem detiorado. A Amnistia Internacional esta chocada com os constantes ataques que os jornalistas e defensores de direitos humanos tem que enfrentar, incluindo o recente assassinato do editor do Sunday Leader, Lasantha Wickramatunge em Colombo
Pelo menos14 membros da comunicação social foram mortos no Sri Lanka desde os princípios de 2006. Outros tem sido torturados e desaparecem em quanto estou presos pelas forças de segurança. Mais de 20 jornalistas já deixaram o pais devido a ameaças de morte.
“Sem alternativas de expressões e liberdade. E com abusos e suspeitas constantes” diz Yolanda Foster. “Sri Lanka tem um clima de impunidade para ataques na comunicação social, torna-se impossível apercebesse o que se passa no pais.
Ao ameaçarem os jornalistas com prisão, e evitando de eles serem atacados, o governo esta a falhar com os seus cidadãos. As autoridades tem que assegurar que a comunicação social podem trabalhar sem restrições e em segurança

FONTE: Amnistia Internacional, 28 JAN 2009 (http://www.amnesty.org/en/news-and-updates/news/civilians-trapped-sri-lanka-conflict-20090128)

TRADUÇÃO DE: Carlos Silva

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