8 de Março, Dia Internacional da Mulher

Neste dia Internacional da Mulher ainda há muitas vozes por ouvir. Apesar dos muitos direitos atingidos, principalmente no ocidente, ainda há muito que fazer no mundo inteiro. Em Portugal, o relatório anual da Amnistia Internacional chamou à atenção, uma vez mais, para a violência doméstica, sobretudo sobre as mulheres. Em muitos postos de trabalho, mulheres a desempenhar as mesmas funções que os homens não têm os mesmos salários. Por isso, hoje assinala-se um dia pela Igualdade de Direitos e de Oportunidades. Neste Dia não esperem. Partilhem as suas histórias!

 VEJA O VÍDEO AQUI!

TERTÚLIA FEMININA

Caras amigas e caros amigos,
Para comemorar o próximo dia 8 de Março, o grupo local 6 da Amnistia Internacional está a organizar uma tertúlia feminina.

O intuito é que seja um evento aberto, pouco formal, onde mulheres (e não só) participem com histórias, poesia, relatos ou que quiserem partilhar. 

Vamos conversar sobre o tema, relembrando o quanto a luta pela igualdade de género e de direitos mudou o mundo e promoveu avanços civilizacionais que beneficiam todos os seres humanos.

Uma luta de sucesso, apesar do muito que ainda falta fazer e resolver.
Estaremos à vossa espera no sábado dia 4 de Março, pelas 16 horas na Rua de Santa Catarina, 730 - 2º andar.

Solicitamos que divulguem este evento junto dos vossos contactos.
Agradecemos a atenção e contamos com a vossa presença!

NOVA SESSÃO DEBATE SOBRE UM DRAMA ANTIGO



SÁBADO, 28 DE JANEIRO, 16H na Rua de Santa Catarina, 730 – 2º andar no Porto: o GRUPO LOCAL 6 DA AMNISTIA INTERNACIONAL promove nova SESSÃO DEBATE ABERTA AO PÚBLICO sobre o drama dos REFUGIADOS.

Como os órgãos de informação não tratam convenientemente o tema dos refugiados, vindos das guerras do Iraque e da Síria, o Grupo do Porto da Amnistia Internacional mantém-se preocupado com o drama de milhões de pessoas.

Neste sentido, o problema mantém-se e é até agravado já que, a cada dia que passa aumenta o sofrimentos das pessoas, incluindo as crianças, que são 1/3 dos refugiados. Com a chegada do inverno este sofrimento agravou-se, provocando mesmo vítimas mortais.

A política desenvolvida pelos países da União Europeia é má pois baseia-se, neste momento, num acordo com a Turquia e este país não garante as condições mínimas que os refugiados precisam, isto é, não garante os direitos humanos elementares.

Visto a comunicação social não abordar o tema de forma profunda, devem ser as organizações não-governamentais a participar num movimento que permita divulgar esta realidade.

Os governos europeus não respeitam as suas obrigações éticas e colocam-se na ilegalidade ao não cumprirem o direito internacional relativo aos refugiados.

Assim, o Grupo do Porto resolveu organizar uma nova sessão de informação e debate sobre o assunto com Pedro Pedrosa, que chegou recentemente da Grécia, onde esteve a dar apoio e ajuda aos refugiados.

Pedro Pedrosa é membro da Amnistia Internacional Portugal e Coordenador do Cogrupos sobre os Direitos das Crianças da AI e esteve na Grécia a trabalhar como voluntário da Organização Não Governamental ERCI Emergency Response International.

Solicitamos que divulgue esta iniciativa nas redes sociais, ou que tirem uma impressão do cartaz e o coloquem no seu café,  local de trabalho, nas faculdades, etc.. Desde já o nosso agradecimento.

Cumprimentos,

Manuel Cunha
(Coordenador do Grupo Local 6 da AI)